terça-feira, 1 de maio de 2018

Olá, Lufadinhos(as) e visitantes. Tudo bem? 

Gostaria de convidá-los para o lançamento do livro "Novas Contistas da Literatura Brasileira" que será realizado dia 19/05 em São José do Rio Preto - SP, na Biblioteca Pública Municipal Dr. Fernando Costa a partir das 10:00 horas. No banner consta maiores informações sobre e para confirmar a sua presença é só acessar https://www.facebook.com/events/771411199726109/  e afirmar comparência. 

Obrigada a todos☺

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Ensaísmo Anthropos

Falta à humanidade contemporizar para entender a minha lucidez. Argutamente, sou inusual, talvez um frívolo. Um dia serei arguto, ao planto de uma argúcia sem ser anodino no mundo dos seres desumanos. Atualmente, tento ser antálgico ao meu cotidiano sem amor. Serás que a minha antalgia foi roubada nimiamente pela frivolidade mesmo não recebendo um piparote. O povoamento vive com seres pulhas, exceto as suas paparotes. Meu introito com o contato sem ciência, não é uma campa airosa, garbosa, guapa ou venusta, ou um rio como llissos. Os homens tem trigança nas roads, não usam enduape como os índios, mas fremem. Iverapeme, todos desconhecem a sua pujante significação. Minha ânsia talvez seja uma gorgônia, um esqueleto para se verificar a sua raiz, uma origem caudalosa de quem fala e de quem apenas não escuta, mas ouve. Torrencial,caudal mendaces da humanidade. Homem mendaz és o ser humano. Não quero ser um ignavo, um pusilâmine, ou até mesmo um poltrão. O homem não deve ser néscio. O homem, talvez seja um sandeu, um tabaréu na sociedade morta. A humanidade vive um socrócio, precisa-se remir, pois falta necedade, nescidade, sem escárnio entre a sua espécie, a garridice pode existir em sua louçania, em seu janotismo, ao luzidio adernar ao caturrar. Porfiar, altercar alteia o resultado do que ainda não foi concluído. O homem é ímpeto, incursor quando se habita nesciamente, tergiversar ao mundo, tergiversando ao conhecimento em suas ambages. Homem profano, ser histriônico, vivo histrião, ao seu deploro, físico acerbo, sem espalda ao anélido sem ínvio em conspecto. Torvação de seu espírito com cenho sem fazer do homem, um ser circunspecto, aturdindo-o. Homem mendaz és o ser humano. Não quero ser um ignavo, um pusilâmine, ou até mesmo um poltrão. O homem não deve ser néscio. O homem, talvez seja um sandeu, um tabaréu na sociedade morta. A humanidade vive um socrócio, precisa-se remir, pois falta necedade, nescidade, sem escárnio entre a sua espécie, a garridice pode existir em sua louçania, em seu janotismo, ao luzidio adernar ao caturrar. Porfiar, altercar alteia o resultado do que ainda não foi concluído. O homem é ímpeto, incursor quando se habita nesciamente, tergiversar ao mundo, tergiversando ao conhecimento em suas ambages. Homem profano, ser histriônico, vivo histrião, ao seu deploro, físico acerbo, sem espalda ao anélido sem ínvio em conspecto. Torvação de seu espírito com cenho sem fazer do homem, um ser circunspecto, aturdindo-o. Homem mendaz és o ser humano. Não quero ser um ignavo, um pusilâmine, ou até mesmo um poltrão. O homem não deve ser néscio. O homem, talvez seja um sandeu, um tabaréu na sociedade morta. A humanidade vive um socrócio, precisa-se remir, pois falta necedade, nescidade, sem escárnio entre a sua espécie, a garridice pode existir em sua louçania, em seu janotismo, ao luzidio adernar ao caturrar. Porfiar, altercar alteia o resultado do que ainda não foi concluído. O homem é ímpeto, incursor quando se habita nesciamente, tergiversar ao mundo, tergiversando ao conhecimento em suas ambages. Homem profano, ser histriônico, vivo histrião, ao seu deploro, físico acerbo, sem espalda ao anélido sem ínvio em conspecto. Torvação de seu espírito com cenho sem fazer do homem, um ser circunspecto, aturdindo-o. ou até mesmo um poltrão. O homem não deve ser néscio. O homem, talvez seja um sandeu, um tabaréu na sociedade morta. A humanidade vive um socrócio, precisa-se remir, pois falta necedade, nescidade, sem escárnio entre a sua espécie, a garridice pode existir em sua louçania, em seu janotismo, ao luzidio adernar ao caturrar. Porfiar, altercar alteia o resultado do que ainda não foi concluído. O homem é ímpeto, incursor quando se habita nesciamente, tergiversar ao mundo, tergiversando ao conhecimento em suas ambages. Homem profano, ser histriônico, vivo histrião, ao seu deploro, físico acerbo, sem espalda ao anélido sem ínvio em conspecto. Torvação de seu espírito com cenho sem fazer do homem, um ser circunspecto, aturdindo-o. ou até mesmo um poltrão. O homem não deve ser néscio. O homem, talvez seja um sandeu, um tabaréu na sociedade morta. A humanidade vive um socrócio, precisa-se remir, pois falta necedade, nescidade, sem escárnio entre a sua espécie, a garridice pode existir em sua louçania, em seu janotismo, ao luzidio adernar ao caturrar. Porfiar, altercar alteia o resultado do que ainda não foi concluído. O homem é ímpeto, incursor quando se habita nesciamente, tergiversar ao mundo, tergiversando ao conhecimento em suas ambages. Homem profano, ser histriônico, vivo histrião, ao seu deploro, físico acerbo, sem espalda ao anélido sem ínvio em conspecto. Torvação de seu espírito com cenho sem fazer do homem, um ser circunspecto, aturdindo-o. A humanidade vive um socrócio, precisa-se remir, pois falta necedade, nescidade, sem escárnio entre a sua espécie, a garridice pode existir em sua louçania, em seu janotismo, ao luzidio adernar ao caturrar. Porfiar, altercar alteia o resultado do que ainda não foi concluído. O homem é ímpeto, incursor quando se habita nesciamente, tergiversar ao mundo, tergiversando ao conhecimento em suas ambages. Homem profano, ser histriônico, vivo histrião, ao seu deploro, físico acerbo, sem espalda ao anélido sem ínvio em conspecto. Torvação de seu espírito com cenho sem fazer do homem, um ser circunspecto, aturdindo-o. A humanidade vive um socrócio, precisa-se remir, pois falta necedade, nescidade, sem escárnio entre a sua espécie, a garridice pode existir em sua louçania, em seu janotismo, ao luzidio adernar ao caturrar. Porfiar, altercar alteia o resultado do que ainda não foi concluído. O homem é ímpeto, incursor quando se habita nesciamente, tergiversar ao mundo, tergiversando ao conhecimento em suas ambages. Homem profano, ser histriônico, vivo histrião, ao seu deploro, físico acerbo, sem espalda ao anélido sem ínvio em conspecto. Torvação de seu espírito com cenho sem fazer do homem, um ser circunspecto, aturdindo-o. altercar alteia o resultado do que ainda não foi concluído. O homem é ímpeto, incursor quando se habita nesciamente, tergiversar ao mundo, tergiversando ao conhecimento em suas ambages. Homem profano, ser histriônico, vivo histrião, ao seu deploro, físico acerbo, sem espalda ao anélido sem ínvio em conspecto. Torvação de seu espírito com cenho sem fazer do homem, um ser circunspecto, aturdindo-o. altercar alteia o resultado do que ainda não foi concluído. O homem é ímpeto, incursor quando se habita nesciamente, tergiversar ao mundo, tergiversando ao conhecimento em suas ambages. Homem profano, ser histriônico, vivo histrião, ao seu deploro, físico acerbo, sem espalda ao anélido sem ínvio em conspecto. Torvação de seu espírito com cenho sem fazer do homem, um ser circunspecto, aturdindo-o. 
Nem todos ajudam o próximo
Alguns nem a si mesmo
Mas, deveríamos ter a ciência 
Que ajudar o próximo é ajudar também a si próprio

O ser humano ajuda quando é ajudado
Não se pode dizer que ele só ama quando é amado
Não se pode pensar que ele é um robô
Do atual século com raízes de décadas antepassadas

Ajudar é dar asas para o coração voar
É permitir ser, ser humano de verdade
É deixar nítido na humanidade o quanto
Somos de osso e carne

Ajudar é agir com reflexão 
Pensar no próximo perto ou longe
Amar o desconhecido 
E aprender a ser mais amigo.


Fim

sábado, 10 de fevereiro de 2018

Brasa, Não Queimar

Não queimar o meu cabelo
Não queimar o meu corpo
Não queimar o meu brinquedo
Não queimar a minha idade
Brasa, não queimar,
Não queimar meus pés
Não queimar minhas mãos
Não queimar o brinquedo
Que resgato tirando de dentro da lareira
Não queimar eu
Não queimar meu único brinquedo
Não queimar minha única companhia 
Não queimar meu único ter
Brasa, não queimar,
Não queimar meu ar
Não queimar minha única roupa
Não queimar meu único vestido
Não queimar meu único sapato
Brasa, não queimar,
Não, não jogue o meu brinquedo,
Entre as chamas mais desesperadas
Do que o meu próprio medo
Não, Brasa, não queimar,
Não me faça ser a boneca incendiada 
Jogada adentro de uma lareira, 
Chaminé, pois não quero morrer,
Queimada, antes de brincar com,
A minha única boneca chamada Brasa.

K.T.A 
Fim


sábado, 3 de fevereiro de 2018